Falamos de pessoas morrendo por serem
quem são, por serem pessoas negras. Racismo não é um fato onde se
pode escolher acreditar ou não, porque acontece sim, diariamente.
Pode-se até fingir não estar vendo tudo o que está acontecendo em relação a isso, porém existe, e deve ser uma luta coletiva e interracial para que essa prática terrível, onde muitos acreditam em superioridade de raça, tenha fim.
Não é uma situação para aceitar, abaixar a cabeça e falar “acontece né”. É muito importante que independentemente de raça todos se expressem, defendam movimentos negros e exponham suas opiniões para não acabar se tornando coniventes dessa prática que tanto mata. .
A ideia, que começou na indústria fonográfica, é que as pessoas não publiquem nada em suas redes sociais - além do quadrado preto - e tirem o dia para aprender e entender como ajudar na luta contra o racismo. Apoiando a ação, o Spotify não irá publicar nada nesta data, e vai adicionar em playlists e podcasts selecionados uma faixa silenciosa de oito minutos e 46 segundos - que seria o tempo que durou o sufocamento de Floyd.
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Nayane Lopes e Sophia Ilana, responsáveis pelo debate do feminismo negro no Coletivo Rita Lobato ✊🏿💜

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