Necessidade de atenção voltada à saúde mental de travestis


O estudo de Peres (2008) evidencia a necessidade de atenção voltada para a saúde mental de travestis. Crises de ansiedade, depressão e sensações de pânico são sentimentos alegados frequentemente por esse grupo. A inexistência de cursos profissionalizantes para agentes da saúde tem como reflexo o despreparo na condução do atendimento. Desta forma, sem amparo, as transexuais acabam fazendo uso indiscriminado de hormonoterapia e sendo vítimas de procedimentos estéticos pouco seguros (“bombadeiras”). A ausência de um aval por parte da saúde para realização da readequação corporal são resultado de uma sociedade transfóbica que precisa urgentemente de mudanças em sua estrutura.

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